Arquivo de Dra. Erica Mantelli - Clínica Mantelli https://clinicamantelli.com.br/tag/dra-erica-mantelli/ A Clínica Mantelli é um espaço exclusivo para atendimento à saúde da mulher em todas as fases de sua vida, com olhar global e multidisciplinar. Thu, 09 Apr 2026 17:59:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://clinicamantelli.com.br/wp-content/uploads/2025/04/cropped-download-32x32.jpg Arquivo de Dra. Erica Mantelli - Clínica Mantelli https://clinicamantelli.com.br/tag/dra-erica-mantelli/ 32 32 Vacina HPV na Pré-Adolescência https://clinicamantelli.com.br/vacina-hpv-na-pre-adolescencia/ https://clinicamantelli.com.br/vacina-hpv-na-pre-adolescencia/#respond Thu, 09 Apr 2026 17:59:45 +0000 https://clinicamantelli.com.br/?p=13631 Sabemos que a pré-adolescência é uma fase cheia de descobertas, mudanças e muitas dúvidas. Uma das preocupações que mais surgem no consultório da Clínica Mantelli é sobre a saúde ginecológica das meninas entre 8 e 12 anos. E, entre os temas mais importantes, está a vacina contra o HPV. Você já se perguntou se é […]

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Sabemos que a pré-adolescência é uma fase cheia de descobertas, mudanças e muitas dúvidas. Uma das preocupações que mais surgem no consultório da Clínica Mantelli é sobre a saúde ginecológica das meninas entre 8 e 12 anos. E, entre os temas mais importantes, está a vacina contra o HPV.

Você já se perguntou se é cedo demais para pensar nisso? A resposta é não. Na verdade, vacinar sua filha nessa fase é uma das decisões mais protetoras que você pode tomar. A vacina HPV é segura, eficaz e representa a principal forma de prevenir o câncer de colo do útero e outras doenças causadas pelo papilomavírus humano.

Neste artigo, vamos explicar de forma clara e tranquila tudo o que você precisa saber. Vamos juntas?

O que é o HPV e por que ele é tão importante na saúde feminina?

O HPV (Papilomavírus Humano) é um vírus muito comum, transmitido principalmente por contato íntimo. A maioria das pessoas entra em contato com ele em algum momento da vida, mas na grande maioria das vezes o organismo elimina o vírus sozinho.

O problema surge quando a infecção persiste: certos tipos de HPV (principalmente 16 e 18) são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero. No Brasil, esse é o terceiro câncer mais comum entre as mulheres, com milhares de novos casos por ano.

A boa notícia? A vacina protege contra os tipos mais perigosos do vírus antes que a exposição aconteça. Por isso, o ideal é aplicar antes do início da vida sexual.

Idade ideal: por que a pré-adolescência (9 a 14 anos) é o melhor momento?

De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina HPV faz parte do calendário nacional de vacinação e é recomendada para meninas e meninos de 9 a 14 anos em dose única (desde 2024). Essa mudança simplificou o esquema e manteve a alta proteção.

Por que vacinar tão cedo?

  • O sistema imunológico responde de forma mais forte nessa idade.
  • A proteção é praticamente 100% quando a vacina é dada antes do contato com o vírus.
  • Estudos mostram redução de até 58% nos casos de câncer de colo do útero e 67% nas lesões pré-cancerosas em mulheres jovens vacinadas.
  • É o momento perfeito para proteger o futuro da sua filha sem que ela precise se preocupar com isso mais tarde.

Na Clínica Mantelli, atendemos muitas famílias que escolhem vacinar as pré-adolescentes com tranquilidade e carinho, em um ambiente acolhedor.

Como funciona a vacina HPV? (Dose única e esquema atual)

Hoje, no SUS e em clínicas particulares, a vacina quadrivalente (HPV4) é aplicada em dose única para meninas e meninos de 9 a 14 anos sem imunossupressão.

Exceções:

  • Vítimas de violência sexual: podem precisar de 2 doses (9-14 anos) ou 3 doses (15-45 anos).
  • Pessoas com HIV, transplantadas ou em tratamento oncológico: esquema diferenciado (geralmente 3 doses).

A vacina é segura e monitorada continuamente por órgãos como Anvisa, Ministério da Saúde e sociedades médicas (SBP, Febrasgo e SBIm).

Mitos e Verdades sobre a Vacina HPV

Muitas mães chegam ao consultório com dúvidas causadas por informações incorretas na internet. Vamos esclarecer as principais:

  • Mito: A vacina causa infertilidade ou problemas hormonais. Verdade: Estudos extensos não mostram qualquer relação com infertilidade ou alterações hormonais. A vacina é feita com proteínas do vírus, não com o vírus vivo.
  • Mito: Só precisa vacinar meninas. Verdade: Meninos também se beneficiam (protege contra verrugas genitais e cânceres de pênis, ânus e orofaringe) e ajudam a reduzir a circulação do vírus na população.
  • Mito: A vacina incentiva o início precoce da vida sexual. Verdade: Diversos estudos mostram que vacinadas não iniciam a vida sexual mais cedo.
  • Mito: Tem efeitos colaterais graves. Verdade: Os efeitos mais comuns são leves e passageiras: dor no local da aplicação, febre baixa ou dor de cabeça. A segurança é comprovada em milhões de doses aplicadas no mundo todo.

Benefícios que vão além da prevenção do câncer

Além de proteger contra o câncer de colo do útero, a vacina reduz significativamente:

  • Verrugas genitais (causadas por tipos 6 e 11 – até 90% de prevenção).
  • Lesões pré-cancerosas que exigiriam tratamentos invasivos.
  • Outros cânceres relacionados ao HPV (vulva, vagina, ânus e orofaringe).

Vacinar sua filha na pré-adolescência é investir na saúde dela para a vida toda.

Como preparar sua filha para a vacina?

Converse com ela de forma leve e natural: “Essa vacina protege o corpo dela de um vírus que pode causar problemas no futuro, como uma ‘armadura’ invisível.”

Na Clínica Mantelli, criamos um ambiente acolhedor, com explicações adequadas à idade, para que a experiência seja tranquila e positiva.

Quando e onde vacinar?

  • No SUS: gratuita em postos de saúde para 9-14 anos (dose única) e com resgate ampliado para 15-19 anos até o primeiro semestre de 2026.
  • Na rede particular: disponível na Clínica Mantelli com agendamento rápido e acompanhamento personalizado.

Quer proteger o futuro da sua filha com o cuidado que ela merece?

A Clínica Mantelli oferece consulta ginecológica especializada para pré-adolescentes em um ambiente seguro, humanizado e cheio de carinho. Nossa equipe está pronta para tirar todas as suas dúvidas sobre a vacina HPV, orientar sobre saúde íntima e acompanhar o desenvolvimento da sua menina com excelência.

Não deixe para depois! Clique no botão abaixo, agende sua consulta agora e dê a ela a melhor proteção desde cedo. O bem-estar da sua filha começa aqui.

Estamos te esperando!

Clínica Mantelli – Cuidando de todas as fases da mulher com amor e ciência.

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Como preparar sua filha para a primeira menstruação https://clinicamantelli.com.br/como-preparar-sua-filha-para-a-primeira-menstruacao/ https://clinicamantelli.com.br/como-preparar-sua-filha-para-a-primeira-menstruacao/#respond Tue, 31 Mar 2026 18:43:43 +0000 https://clinicamantelli.com.br/?p=13596 A primeira menstruação de uma filha costuma marcar o início de uma nova fase, e não só para ela. Para muitas mães, esse momento vem acompanhado de dúvidas, inseguranças e aquela sensação silenciosa de querer acertar em tudo, sem saber exatamente por onde começar. A verdade é que a primeira menstruação não precisa ser um […]

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A primeira menstruação de uma filha costuma marcar o início de uma nova fase, e não só para ela. Para muitas mães, esse momento vem acompanhado de dúvidas, inseguranças e aquela sensação silenciosa de querer acertar em tudo, sem saber exatamente por onde começar.

A verdade é que a primeira menstruação não precisa ser um susto, nem um assunto carregado de vergonha, medo ou desconforto. Quando essa conversa acontece com naturalidade, carinho e informação, a menina tende a viver esse momento com muito mais segurança.

Mais do que explicar o que é menstruar, preparar sua filha para essa fase é mostrar que o corpo dela está mudando de forma saudável e que ela pode contar com você durante todo esse processo.

Por que é importante conversar antes da primeira menstruação?

Muitas mães acabam esperando a menstruação chegar para só então falar sobre o assunto. Mas, quando a menina não entende o que está acontecendo com o próprio corpo, esse momento pode ser vivido com susto, confusão e até medo.

Conversar antes ajuda a transformar o desconhecido em algo natural. Isso permite que sua filha reconheça os sinais do corpo, entenda que a menstruação faz parte do desenvolvimento feminino e se sinta mais preparada emocionalmente quando esse dia chegar.

Além disso, quando a mãe aborda esse tema com leveza, ela ajuda a construir uma relação mais saudável da filha com o próprio corpo. E isso faz diferença não só na adolescência, mas na forma como ela vai enxergar sua saúde íntima e hormonal ao longo da vida.

Quais sinais podem indicar que a primeira menstruação está se aproximando?

Antes da primeira menstruação, o corpo costuma dar alguns sinais de que a puberdade está avançando. Eles podem aparecer aos poucos, e cada menina vai passar por esse processo no seu próprio ritmo.

Alguns sinais comuns são:

  • desenvolvimento das mamas
  • aparecimento de pelos nas axilas e na região íntima
  • mudanças no formato do corpo
  • corrimento vaginal transparente ou esbranquiçado
  • oscilações de humor e maior sensibilidade emocional

Essas mudanças costumam fazer parte do desenvolvimento normal. Observar esses sinais pode ajudar a mãe a entender que já é hora de iniciar uma conversa mais clara e acolhedora sobre a menstruação.

Como conversar com sua filha sobre a primeira menstruação de forma leve?

Esse não precisa ser um papo dramático, solene ou com cara de reunião extraordinária do conselho. Quanto mais natural for a conversa, melhor.

O ideal é usar uma linguagem simples, adequada para a idade da sua filha, sem excesso de informação e sem transformar a menstruação em um problema. O foco deve ser acolher, explicar e deixar espaço para perguntas.

Você pode começar de forma leve, dizendo que o corpo dela está crescendo, passando por mudanças naturais e que, em algum momento, ela vai menstruar. Explique que isso faz parte da puberdade e que não há nada de errado, feio ou assustador nisso.

Alguns pontos importantes nessa conversa:

  • explique o que é a menstruação de forma simples
  • diga que ela pode acontecer de surpresa nas primeiras vezes
  • mostre como funciona o absorvente
  • fale sobre higiene com naturalidade
  • reforce que ela pode te procurar sempre que tiver dúvidas

Também vale lembrar que nem toda menina vai reagir da mesma forma. Algumas ficam curiosas, outras envergonhadas, outras não querem falar muito naquele momento. E tudo bem. O importante é que ela saiba que esse assunto não é tabu dentro de casa.

O que a mãe pode fazer para a filha se sentir mais segura?

Além da conversa, algumas atitudes práticas ajudam muito a tornar esse momento mais tranquilo.

Uma delas é montar um pequeno kit para ela carregar na mochila ou deixar em casa com absorvente, calcinha extra e lenço umedecido. Isso ajuda a adolescente a se sentir mais preparada e menos vulnerável caso a menstruação venha fora de casa.

Outra atitude importante é ensinar, com calma, como usar o absorvente e como cuidar da higiene íntima durante esse período. Sem pressa, sem vergonha e sem aquele tom de missão impossível. Menstruar já é novidade suficiente, não precisa virar prova prática.

Também é essencial acolher as emoções da sua filha. Às vezes, o que parece “drama” é só uma menina tentando entender um monte de mudanças ao mesmo tempo. Escuta, presença e paciência fazem milagres silenciosos.

O que é esperado na primeira menstruação?

Nos primeiros meses ou até nos primeiros anos após a menarca, é comum que o ciclo menstrual ainda seja irregular. Isso significa que a menstruação pode não vir todo mês certinho no início, e o fluxo também pode variar.

Algumas meninas apresentam um fluxo mais leve, outras podem sangrar um pouco mais. Cólicas leves também podem acontecer. Em muitos casos, isso faz parte da adaptação do corpo nessa nova fase.

O mais importante é observar como sua filha se sente e acompanhar a evolução do ciclo ao longo do tempo. Nem tudo o que foge do “perfeito” é motivo de preocupação imediata, mas alguns sinais merecem atenção.

Quando procurar orientação médica?

A avaliação médica pode ser importante em diferentes momentos da puberdade, principalmente quando existem dúvidas sobre o desenvolvimento, sintomas intensos ou sinais que fogem do esperado.

Vale procurar orientação quando houver:

  • menstruação muito precoce
  • sangramento excessivo
  • cólicas muito fortes, que atrapalham a rotina
  • ciclos muito desregulados por um longo período
  • dúvidas sobre puberdade, hormônios ou desenvolvimento corporal
  • medo, desconforto ou insegurança da menina em relação ao próprio corpo

A consulta também pode ser uma forma de acolher essa nova fase com mais segurança, informação e tranquilidade. Muitas vezes, a mãe não precisa esperar surgir um problema para buscar ajuda. O acompanhamento pode começar justamente para orientar e prevenir.

Preparar sua filha é, acima de tudo, acolher

A primeira menstruação não precisa ser vivida com tensão, vergonha ou silêncio. Quando a mãe conduz esse momento com delicadeza, verdade e presença, a filha tende a atravessar essa fase com muito mais confiança.

Preparar sua filha para a primeira menstruação é mais do que falar sobre sangue, absorvente e ciclo. É mostrar que o corpo dela merece cuidado, respeito e atenção desde cedo. É ensinar que crescer pode ser desafiador, mas não precisa ser solitário.

E, principalmente, é lembrar que você não precisa ter todas as respostas perfeitas. Muitas vezes, o que mais acolhe é justamente estar disponível, ouvir e caminhar junto.

Se sua filha está entrando nessa fase e você quer viver esse momento com mais segurança, acolhimento e orientação, agende uma consulta com nossa equipe. Cuidar da saúde feminina também começa nos primeiros ciclos.

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Fertilidade dos 30 aos 40 anos: sinais que podem impactar https://clinicamantelli.com.br/dos-30-aos-40-anos-sinais-que-podem-impactar-sua-fertilidade/ Fri, 27 Mar 2026 23:14:50 +0000 https://clinicamantelli.com.br/?p=13435 Existe um momento na vida da mulher em que tudo parece “normal”…mas, ao mesmo tempo, algo começa a mudar. Os ciclos já não são tão previsíveis.A energia oscila.E, para muitas, surge uma dúvida silenciosa: “Será que ainda está tudo bem com a minha fertilidade?” Dos 30 aos 40 anos, o corpo feminino passa por transformações […]

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Existe um momento na vida da mulher em que tudo parece “normal”…
mas, ao mesmo tempo, algo começa a mudar.

Os ciclos já não são tão previsíveis.
A energia oscila.
E, para muitas, surge uma dúvida silenciosa:

“Será que ainda está tudo bem com a minha fertilidade?”

Dos 30 aos 40 anos, o corpo feminino passa por transformações naturais.
Mas algumas dessas mudanças podem impactar diretamente a capacidade de engravidar — especialmente quando são ignoradas ou normalizadas.

Este não é um texto para gerar medo.
É um convite para trazer clareza.

O que muda na fertilidade após os 30 anos?

A fertilidade feminina não desaparece aos 30.
Mas ela começa a se transformar.

Principais mudanças:

  • Redução gradual da quantidade de óvulos
  • Alteração na qualidade dos óvulos
  • Maior incidência de desequilíbrios hormonais
  • Aumento de condições como endometriose e miomas

Essas mudanças são naturais.
O problema não está nelas, mas em não olhar para elas com atenção.

⚠ Sinais que podem impactar sua fertilidade

Aqui estão alguns sinais que muitas mulheres vivem por anos… sem investigar:

1. Ciclo menstrual irregular

Se o seu ciclo:

  • varia muito de um mês para outro
  • ou simplesmente “some” em alguns períodos

Isso pode indicar alterações hormonais importantes.

2. Dor intensa na menstruação

Cólica incapacitante não é normal.

Pode estar relacionada a condições como:

  • endometriose
  • adenomiose

E ambas podem impactar diretamente a fertilidade.

3. Tentativas sem sucesso após 6 a 12 meses

Se você está tentando engravidar há algum tempo e não conseguiu:

Isso não significa infertilidade.
Mas significa que já é hora de investigar com estratégia.

4. Alterações hormonais silenciosas

Nem sempre aparecem de forma óbvia.

Alguns sinais indiretos:

  • acne persistente
  • queda de cabelo
  • alteração de peso
  • libido reduzida

O corpo fala, mesmo quando parece “sutil”.

5. Histórico ginecológico ignorado

  • cistos ovarianos
  • miomas
  • infecções recorrentes

Muitas vezes são tratados pontualmente…
mas não acompanhados ao longo do tempo.

O maior erro: esperar demais

Um dos erros mais comuns nessa fase dos 30 aos 40 anos, é pensar:

“Vou tentar mais um pouco… se não der certo, eu vejo isso depois.”

Mas a fertilidade não é uma chave que liga e desliga.
Ela é um processo.

E quanto antes você entende o seu corpo,
mais opções — e tranquilidade — você tem.

Quais exames avaliar nessa fase?

A investigação não precisa ser exagerada.
Mas precisa ser direcionada.

Alguns exames importantes:

  • Ultrassom transvaginal
  • Avaliação hormonal (FSH, LH, AMH, TSH)
  • Avaliação da ovulação
  • Investigação do parceiro (sim, sempre do casal)

O ponto não é fazer tudo.
É fazer o que faz sentido para o seu momento.

Fertilidade não é só biologia

Existe algo que quase ninguém fala:

A jornada da fertilidade também é emocional.

  • Ansiedade
  • Comparação
  • Pressão externa
  • Frustração silenciosa

Por isso, o cuidado precisa ser completo.
Não apenas técnico.

O que você pode fazer agora?

Se você está entre os 30 e 40 anos, aqui vai um direcionamento simples:

✔ Observe seu ciclo
✔ Não normalize dor
✔ Preste atenção em sinais sutis
✔ Evite postergar investigações
✔ Busque orientação individualizada

Você não precisa descobrir isso sozinha

Na Clínica Mantelli, cada mulher é avaliada dentro da sua fase de vida. Não é sobre protocolos prontos.
É sobre entender o seu corpo, o seu momento e o que faz sentido para você.

 

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Miomas Uterinos: O que são, causas e tratamentos https://clinicamantelli.com.br/miomas-uterinos-o-que-sao-causas-e-tratamentos/ https://clinicamantelli.com.br/miomas-uterinos-o-que-sao-causas-e-tratamentos/#respond Thu, 28 Nov 2024 16:45:49 +0000 https://clinicamantelli.com.br/?p=10007 Os miomas uterinos são tumores benignos (não cancerosos) que se desenvolvem no útero, afetando muitas mulheres em idade fértil. Embora muitas vezes sejam assintomáticos, em alguns casos podem causar sintomas que afetam a qualidade de vida e necessitam de atenção médica. O que são miomas? Os miomas são crescimentos não cancerosos que podem aparecer em […]

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Os miomas uterinos são tumores benignos (não cancerosos) que se desenvolvem no útero, afetando muitas mulheres em idade fértil. Embora muitas vezes sejam assintomáticos, em alguns casos podem causar sintomas que afetam a qualidade de vida e necessitam de atenção médica.

O que são miomas?

Os miomas são crescimentos não cancerosos que podem aparecer em diferentes partes do útero. Existem três tipos principais:

  • Intramurais: Crescem nas paredes musculares do útero.
  • Subserosos: Se desenvolvem na parte externa do útero.
  • Submucosos: Crescem na camada interna do útero, que reveste o útero.

Cada tipo pode causar sintomas diferentes, dependendo de sua localização e tamanho.

Quais são os sintomas?

Nem todas as mulheres que têm miomas apresentam sintomas. Quando os sintomas estão presentes, eles podem incluir:

  • Sangramento menstrual intenso ou prolongado
  • Dor pélvica ou pressão
  • Necessidade frequente de urinar
  • Dificuldade para esvaziar a bexiga completamente
  • Dor durante as relações sexuais
  • Constipação
  • Aumento do volume abdominal

Esses sintomas podem variar em intensidade e podem ser confundidos com outras condições ginecológicas. Por isso, é importante consultar um ginecologista para um diagnóstico preciso.

O que causa os miomas?

As causas exatas dos miomas uterinos ainda não são completamente compreendidas, mas existem alguns fatores que podem aumentar o risco de seu desenvolvimento:

  • Genética: Ter familiares com histórico de miomas pode aumentar suas chances de desenvolver a condição.
  • Hormônios: O estrogênio e a progesterona, hormônios responsáveis pelo desenvolvimento da camada do útero a cada ciclo menstrual, parecem promover o crescimento dos miomas.
  • Fatores de estilo de vida: Dieta rica em carne vermelha e pobre em vegetais, além do consumo excessivo de álcool, pode estar associada ao aumento do risco de miomas.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico dos miomas é geralmente feito através de exames de imagem, como o ultrassom transvaginal, que permite visualizar o útero e identificar a presença e o tamanho dos miomas. Na Clínica Mantelli, contamos com a tecnologia de ultrassom 5D, que oferece imagens detalhadas, facilitando o diagnóstico preciso e a decisão sobre o tratamento mais adequado.

Quais são os tratamentos disponíveis?

O tratamento dos miomas varia conforme os sintomas, tamanho e localização dos miomas, além dos desejos da paciente em relação à fertilidade futura. Algumas opções incluem:

  • Acompanhamento médico: Para casos assintomáticos, o médico pode optar por apenas monitorar o crescimento dos miomas.
  • Medicação: Para controlar os sintomas, especialmente o sangramento intenso.
  • Cirurgia: Quando os miomas causam dor intensa ou afetam a qualidade de vida, a cirurgia pode ser indicada para removê-los.

Na Clínica Mantelli, trabalhamos com uma abordagem personalizada, avaliando o melhor tratamento para cada caso, sempre considerando os desejos e necessidades da paciente.

Não ignore os sintomas

Se você está sentindo dor, desconforto ou está preocupada com os sintomas, é essencial procurar um especialista. Miomas podem ser tratados e controlados, mas o primeiro passo é um diagnóstico adequado.

Se deseja agendar uma consulta na Clínica Mantelli, clique no botão abaixo.

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Disquesia em bebês: causas, como aliviar e quando buscar ajuda médica https://clinicamantelli.com.br/disquesia-em-bebes-causas-como-aliviar-e-quando-buscar-ajuda-medica/ https://clinicamantelli.com.br/disquesia-em-bebes-causas-como-aliviar-e-quando-buscar-ajuda-medica/#respond Fri, 22 Nov 2024 19:13:38 +0000 https://clinicamantelli.com.br/?p=10000 A disquesia em bebês é uma das principais preocupações de muitos pais, especialmente nos primeiros meses de vida. O choro intenso e desconsolado pode gerar angústia e frustração, mas é importante entender que a disquesia é uma condição comum e geralmente faz parte do desenvolvimento natural do bebê. A disquesia é um desconforto passageiro causado […]

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A disquesia em bebês é uma das principais preocupações de muitos pais, especialmente nos primeiros meses de vida. O choro intenso e desconsolado pode gerar angústia e frustração, mas é importante entender que a disquesia é uma condição comum e geralmente faz parte do desenvolvimento natural do bebê.

A disquesia é um desconforto passageiro causado pela imaturidade do sistema gastrointestinal e pela dificuldade do bebê em coordenar o esforço de evacuação com o relaxamento do esfíncter anal. Diferente das cólicas, a disquesia está associada a episódios de desconforto temporário, geralmente acompanhados de choro, que cessam após a eliminação de fezes ou gases.

Os principais sinais de que o bebê está passando por disquesia incluem:

  • Choro inconsolável que dura por períodos curtos, geralmente menos de uma hora.
  • Esforço exagerado para evacuar, com contrações e relaxamentos sucessivos.
  • Pernas flexionadas em direção ao abdômen e movimentos repetidos de flexão e extensão.
  • Alívio imediato após a eliminação de fezes ou gases.

Embora o desconforto possa ser angustiante para os pais, a disquesia não representa um problema grave e faz parte do processo de maturação do bebê.

A disquesia é causada pela imaturidade neurológica e muscular do bebê. Durante os primeiros meses, o sistema digestivo do bebê ainda está aprendendo a coordenar os movimentos necessários para evacuar sem esforço excessivo. Essa falta de coordenação é temporária e costuma melhorar à medida que o bebê cresce.

Outros fatores que podem contribuir incluem:

  • Imaturidade do sistema digestivo: O processo de digestão ainda está em formação, podendo gerar desconforto durante a evacuação.
  • Gases: A dificuldade em liberar gases pode intensificar o desconforto.
  • Estímulo excessivo ou estresse: Bebês mais sensíveis podem apresentar maior irritabilidade e dificuldades digestivas.

Embora a disquesia melhore naturalmente com o tempo, algumas medidas podem ajudar a aliviar o desconforto:

  • Massagens no abdômen: Movimentos circulares suaves podem ajudar o bebê a liberar gases e aliviar a tensão abdominal.
  • Posição adequada: Colocar o bebê em posição vertical após as mamadas e dobrar levemente as pernas em direção ao abdômen pode auxiliar no alívio.
  • Banho morno: Um banho relaxante pode ajudar a reduzir o desconforto e acalmar o bebê.
  • Compressa morna: Aplicar uma compressa morna na barriguinha pode aliviar o desconforto.

Lembre-se de que cada bebê é único, e diferentes métodos podem funcionar melhor para cada caso.

Embora a disquesia seja uma condição benigna e temporária, procure orientação médica se:

  • O bebê não estiver ganhando peso adequadamente.
  • O choro for acompanhado de outros sintomas, como febre, vômitos ou diarreia.
  • O bebê apresentar sinais de desidratação ou letargia.

O pediatra poderá avaliar o bebê e descartar outras condições que possam estar contribuindo para o desconforto.

Na Clínica Mantelli, entendemos a importância de oferecer suporte aos pais durante os primeiros meses de vida do bebê. Nosso objetivo é proporcionar cuidado integral para garantir o desenvolvimento saudável do bebê e a tranquilidade dos pais em momentos de dúvida.

Se você está enfrentando dificuldades com a disquesia do seu bebê, marque uma consulta conosco. Nossa equipe pediátrica está pronta para ajudar você a entender melhor esse processo e encontrar soluções para aliviar o desconforto do seu bebê.

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Introdução Alimentar: o que saber antes de começar. https://clinicamantelli.com.br/introducao-alimentar-o-que-saber-antes-de-comecar/ https://clinicamantelli.com.br/introducao-alimentar-o-que-saber-antes-de-comecar/#respond Thu, 14 Nov 2024 15:32:34 +0000 https://clinicamantelli.com.br/?p=9989 A introdução alimentar é um momento marcante na vida do bebê e dos pais. É quando ele começa a descobrir novos sabores, texturas e, mais importante, começa a receber nutrientes além do leite materno ou fórmula. Esse processo deve ser feito de maneira gradual e com bastante atenção, já que é fundamental para a formação […]

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A introdução alimentar é um momento marcante na vida do bebê e dos pais. É quando ele começa a descobrir novos sabores, texturas e, mais importante, começa a receber nutrientes além do leite materno ou fórmula. Esse processo deve ser feito de maneira gradual e com bastante atenção, já que é fundamental para a formação do comportamento alimentar e desenvolvimento saudável da criança.

Quando começar a introdução alimentar?

A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde é que a introdução de alimentos sólidos comece por volta dos 6 meses de vida. Antes disso, o leite materno ou fórmula são suficientes para suprir todas as necessidades nutricionais do bebê.

É importante observar se o bebê já apresenta sinais de que está pronto para iniciar a alimentação sólida, como:

  • Consegue sentar-se com apoio
  • Mostra interesse pela comida dos pais
  • Perdeu o reflexo de protrusão da língua (quando empurra tudo para fora da boca)

Como começar a introdução alimentar?

O primeiro passo é oferecer o alimento amassado e observar as habilidades do seu pequeno para adequar a melhor forma de oferecer, como o método tradicional ou o Baby-Led Weaning (BLW), que incentiva o bebê a comer sozinho, explorando os alimentos com as mãos.

Os primeiros alimentos geralmente são frutas e legumes, como banana, maçã, abacate, cenoura e batata-doce, todos bem cozidos e amassados.

Lembre-se que é importante oferecer um alimento novo a cada dia. 

A importância de uma alimentação equilibrada.

Durante a introdução alimentar, o bebê está aprendendo a comer e também a conhecer uma variedade de sabores e nutrientes. É fundamental oferecer uma dieta equilibrada, rica em vitaminas e minerais, que contribuem para o crescimento saudável.

Os grupos alimentares mais importantes a serem oferecidos incluem:

  • Frutas e vegetais: São ricos em fibras, vitaminas e minerais essenciais para o desenvolvimento do bebê.
  • Cereais e tubérculos: Como arroz, batata e mandioca, são importantes fontes de energia.
  • Leguminosas: Feijão, lentilha e grão-de-bico oferecem proteínas vegetais e ferro.
  • Proteínas: Inclua carnes, ovos e peixes, sempre bem cozidos e em pequenas quantidades.

O que evitar nos primeiros meses.

Alguns alimentos devem ser evitados até o bebê completar um ano, como:

  • Mel (pelo risco de botulismo)
  • Sal em excesso
  • Açúcar
  • Produtos industrializados

Esses alimentos podem sobrecarregar os órgãos em desenvolvimento do bebê e prejudicar sua saúde a longo prazo.

Acompanhamento de nutricionista materno infantil é fundamental!

Na Clínica Mantelli, acompanhamos de perto o processo de introdução alimentar dos bebês. O papel do nutricionista materno infantil é essencial nesse momento, orientando os pais sobre a melhor maneira de oferecer os alimentos e garantindo que o bebê esteja recebendo os nutrientes adequados para seu desenvolvimento.

Se você tem dúvidas sobre a introdução alimentar ou precisa de orientações mais detalhadas, é importante agendar uma consulta. O acompanhamento profissional é essencial para garantir que seu bebê tenha um início saudável na sua jornada alimentar.

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Autoexame de mama: o que toda mulher deve saber a respeito https://clinicamantelli.com.br/autoexame-de-mama-o-que-toda-mulher-deve-saber-a-respeito/ https://clinicamantelli.com.br/autoexame-de-mama-o-que-toda-mulher-deve-saber-a-respeito/#respond Wed, 02 Oct 2024 15:30:52 +0000 https://clinicamantelli.com.br/?p=9957 O autoexame de mama é uma prática vital que todas as mulheres devem conhecer e realizar regularmente. Aqui na Clínica Mantelli, acreditamos que o empoderamento por meio do conhecimento e da conscientização é fundamental para a saúde feminina. Por isso, ressaltamos a importância de cada mulher saber como realizar corretamente o autoexame de mama e […]

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O autoexame de mama é uma prática vital que todas as mulheres devem conhecer e realizar regularmente. Aqui na Clínica Mantelli, acreditamos que o empoderamento por meio do conhecimento e da conscientização é fundamental para a saúde feminina.

Por isso, ressaltamos a importância de cada mulher saber como realizar corretamente o autoexame de mama e reconhecer sinais que possam necessitar de uma avaliação médica.
Este exame simples pode ser um passo inicial e crucial para detectar precocemente anormalidades, como nódulos, que podem ou não indicar condições mais graves, como o câncer de mama.

Embora o autoexame de mama não substitua as avaliações médicas regulares e as mamografias, ele funciona como uma linha de defesa primária, ajudando a identificar possíveis mudanças perigosas mais cedo.
O autoexame de mama não deve ser visto como uma técnica infalível para detectar o câncer de mama, mas como parte de uma abordagem mais abrangente para a saúde da mama.

É uma ferramenta de conscientização que, combinada com outras modalidades de exame, aumenta a probabilidade de detecção precoce. Neste artigo, explicamos tudo o que você precisa saber sobre o autoexame de mama, incluindo a técnica correta e o momento ideal para realizá-lo.

Entendendo o autoexame de mama.

O autoexame de mama deve ser realizado regularmente para que as mulheres se familiarizem com a aparência e a sensação normal de suas mamas. Isso facilita a detecção de quaisquer mudanças que possam ocorrer entre os períodos de exame.

Idealmente, o autoexame deve ser feito uma vez por mês, uma semana após o término da menstruação, quando as mamas estão menos inchadas e sensíveis, proporcionando condições ideais para sentir qualquer irregularidade.

O processo de autoexame envolve vários passos: visualizar, palpar em pé e palpar deitada. Durante a visualização, você deve procurar por mudanças no tamanho, forma, contorno ou qualquer tipo de retração, ou secreção pelos mamilos.

Ao palpar, use a ponta dos dedos para sentir cada parte da mama, aplicando diferentes níveis de pressão para sentir todas as camadas de tecido, da superfície aos tecidos mais profundos próximos ao tórax e às axilas.

Quando consultar um médico?

Embora o autoexame de mama seja uma ferramenta útil, ele não substitui a necessidade de consultas médicas regulares e mamografias conforme recomendado pelo seu médico.

Se você perceber qualquer nódulo, endurecimento, retração da pele, vermelhidão persistente, ou secreção anormal dos mamilos, é imperativo que consulte um médico imediatamente.

Aqui na Clínica Mantelli, enfatizamos que qualquer alteração percebida durante o autoexame deve ser avaliada por um profissional. Nem todos os nódulos são cancerígenos, mas apenas uma avaliação médica pode determinar a natureza de qualquer alteração.

Além disso, consultas regulares permitem que nossos médicos acompanhem quaisquer mudanças em suas mamas ao longo do tempo, o que é crucial para uma avaliação precisa.

Leia também::: Conheça as mudanças da vagina na menopausa

Cuide da sua saúde!

A prática regular do autoexame de mama é um componente essencial da saúde das mamas. Encorajamos todas as mulheres a se tornarem proativas em relação à sua saúde mamária, realizando autoexames mensais e participando de exames clínicos regulares e mamografias conforme as diretrizes médicas.

Se você tem dúvidas sobre como realizar o autoexame de mama ou se encontrou alguma alteração durante o autoexame, não hesite em entrar em contato com a Clínica Mantelli.

Nossos especialistas estão prontos para ajudá-la com orientações detalhadas e para realizar avaliações adicionais, se necessário. Agende sua consulta e dê um passo importante na manutenção de sua saúde mamária. Lembre-se, sua saúde é nossa prioridade, e estamos aqui para apoiá-la em cada passo do caminho.

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Dor na relação sexual: o que pode ser? https://clinicamantelli.com.br/dor-na-relacao-sexual-o-que-pode-ser/ https://clinicamantelli.com.br/dor-na-relacao-sexual-o-que-pode-ser/#respond Fri, 20 Sep 2024 20:00:26 +0000 https://clinicamantelli.com.br/?p=9946 A dor na relação sexual é mais comum do que imaginamos. Ela afeta inúmeras mulheresque, por medo ou vergonha de buscar ajuda e entender as causas, acabam sofrendo emsilêncio. Por isso, é importante deixar claro: a dor na relação sexual não é normal, e ela pode, sim,ser tratada! Algumas mulheres tendem a culpar a si […]

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A dor na relação sexual é mais comum do que imaginamos. Ela afeta inúmeras mulheres
que, por medo ou vergonha de buscar ajuda e entender as causas, acabam sofrendo em
silêncio.

Por isso, é importante deixar claro: a dor na relação sexual não é normal, e ela pode, sim,
ser tratada!

Algumas mulheres tendem a culpar a si mesmas ou culpar seus sintomas por algo que fizeram.
Mas não é culpa delas estarem tendo esses problemas.

O sexo deve ser uma experiência prazerosa e, se não for, converse com seu parceiro — e
com seu médico.

As causas mais comuns

A falta de lubrificação feminina é comum em mulheres na menopausa e na pós-menopausa,
embora as mulheres mais jovens também possam senti-la.

Essa falta de lubrificação não só pode tornar o sexo doloroso, mas também prejudica o
equilíbrio das bactérias benéficas da vagina, o que pode resultar em infecções que
contribuem para o sexo dolorido.

Esse até pode ser o motivo mais frequente, mas há muitos outros pelos quais o sexo pode tornar-se doloroso. Algumas condições que podem estar na raiz do problema:

Disfunção do assoalho pélvico

Os músculos do assoalho pélvico — aqueles que você tensiona quando quer parar de urinar
rapidamente — podem ficar dolorosamente tensos. Pode causar dor na pelve e dor em qualquer tipo de penetração.

Vaginismo
Os músculos da abertura da vagina ficam fortemente contraídos, causando dor durante o
sexo.

Vulvodínia
Dor crônica na abertura da vagina, incluindo ardor, coceira, e dor durante o sexo.

Infecções
Infecções bacterianas, por fungos ou sexualmente transmissíveis podem causar dor durante o sexo e geralmente apresentam outros sintomas, como corrimento.

Cistos ovarianos
Esses sacos cheios de líquido nos ovários geralmente não apresentam sintomas. Quando
se rompem, podem causar dor e sangramento.

Miomas
Esses crescimentos não cancerosos no útero podem causar sangramento menstrual intenso, pressão pélvica, dor na relação sexual.

Causas emocionais
Algumas mulheres que sofreram algum tipo de abuso podem ter dificuldade em relaxar na hora da relação sexual, contraindo muito a região perineal e sentindo dor.

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Não sofra em silêncio

Se o sexo machuca, e especialmente se machuca a ponto de você estar evitando ou quer parar, é hora de consultar um médico. Somente o profissional poderá identificar o que está acontecendo com essa mulher.

Se a dor ocorre na penetração ou se é uma dor profunda. Ou se ela vem depois da relação sexual. Por isso, o primeiro passo é identificar o que está causando a dor, e então iniciar o
tratamento.

Encontrar a solução certa para a dor relacionada ao sexo depende de sua causa subjacente. Se essa causa não for facilmente aparente, uma investigação mais exaustiva pode revelar o motivo do desconforto.

Além de realizar um exame físico abrangente, incluindo um exame pélvico, perguntamos sobre seu histórico médico para saber se você tem alguma condição ou toma algum medicamento que possa obstruir sua resposta sexual normal.

Também perguntamos sobre sua história sexual, para descobrir se algum evento de seu passado afeta o modo como você se sente em relação ao sexo.

O tratamento eficaz para uma mulher pode simplesmente significar a mudança de um medicamento prescrito que interfere na lubrificação natural. Para cada causa, há um tratamento.

Busque auxílio, você não está sozinha!

Em torno de 15% das mulheres sofrem com dor na relação sexual. Por isso, saiba que você não está sozinha, e é possível tratar essa condição.

Procure seu ginecologista e exponha aquilo que está sentindo. Esse atendimento precisa ir além do preventivo. Diga a ele o que você sente e as dificuldades que enfrenta. Ele saberá diagnosticar as causas e iniciar o tratamento o mais brevemente possível.

Você não tem que viver com dor na relação sexual. Busque sempre ajuda médica e converse com seu parceiro sobre isso. Toda relação deve ser boa para ambos. E se deseja agendar uma consulta na Clínica Mantelli, clique no botão abaixo.

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A importância da saúde emocional na gestação https://clinicamantelli.com.br/a-importancia-da-saude-emocional-na-gestacao/ https://clinicamantelli.com.br/a-importancia-da-saude-emocional-na-gestacao/#respond Fri, 13 Sep 2024 16:04:07 +0000 https://clinicamantelli.com.br/?p=9926 Uma gravidez vai além de cuidados físicos. Um ponto muito importante é a saúde emocional na gestação, que nem sempre recebe a atenção que merece. Por exemplo, já nos primeiros momentos após a concepção, o bebê começa a desenvolver células de memória. Ou seja, ele já sente as emoções vivenciadas pela mamãe, além de “sentir” […]

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Uma gravidez vai além de cuidados físicos. Um ponto muito importante é a saúde emocional na gestação, que nem sempre recebe a atenção que merece.

Por exemplo, já nos primeiros momentos após a concepção, o bebê começa a desenvolver células de memória. Ou seja, ele já sente as emoções vivenciadas pela mamãe, além de “sentir” as interações feitas com ele ainda no útero.

Cantar, fazer carinho na barriga, contar uma história. São coisas que aparentemente não fariam muito sentido, mas que podem fazer toda a diferença na saúde emocional do bebê e da mãe — que transferirá esse sentimento também ao seu tesouro.

Como a gravidez afeta a saúde mental e o bem-estar

Preparar-se para ter um bebê é um momento emocionante, mas também desafiador. Não se surpreenda se você experimentar alguma mudança emocional neste momento.

É normal ter algumas preocupações e medos sobre o que está por vir quando você está grávida. Muitas pessoas se sentem muito estressadas, principalmente quando sabem que é uma grande mudança para a qual não podem se preparar ou controlar totalmente.

A gravidez em si pode ser estressante, além de lidar com as mudanças hormonais e físicas, você pode se sentir estressada com coisas como os exames pré-natais, principalmente se já teve uma experiência ruim antes, como um aborto espontâneo.

Saúde emocional na gestação

E esse sentimento vivido pela mãe é compartilhado com o bebê, que vem se desenvolvendo no útero.

Por exemplo, com cinco semanas o bebê já sente estímulos das suas células de memória. Ele talvez ainda não ouça, mas já pode sentir as vibrações do som. Ou seja, ele já pode sentir tudo que vem ocorrendo ao seu redor.

É importante que os bebês ouçam a voz da mãe porque isso desperta o desejo de ouvir. Eles também começarão a se mover ou brincar com o corpo, virar e dobrar os joelhos. Além disso, eles podem chutar ou pular no ritmo da voz da mãe.

O som da voz da mãe pode eliminar o estresse e a ansiedade dos bebês. Isso é especialmente verdadeiro nos últimos estágios da gravidez.

A partir da 36ª semana de gravidez, os bebês podem diferenciar entre a voz da mamãe e outros sons. Eles também são mais sensíveis a ruídos altos. Por exemplo, uma porta batendo, música e sons fora do útero.

A voz do pai não tem uma frequência tão alta porque é um estímulo externo. No entanto, ainda é importante que os bebês ouçam a voz do pai.

Os bebês no útero geralmente são mais ativos e receptivos a estímulos durante a noite. Falar com eles à noite ajudarão os bebês a se sentirem mais confortáveis e amados. Ouvir as vozes dos pais uma após a outra ajudará os bebês a distingui-los.

Leia também::: clinicamantelli.com.br/terapias-injetaveis-o-que-sao/

O que dizer ao seu bebê

Enquanto as mamães conversam com seus bebês, é importante acariciar sua barriga para dar uma sensação de calor. Muitas mulheres não sabem o que dizer a princípio.

Para começar, você pode falar sobre o que fez naquele dia ou o que comprou. Além disso, você pode dizer ao seu bebê a cor do quarto dele ou como você se sente durante a gravidez.

Fale sobre sua expectativa em tê-lo nos braços, de como ele é desejado, e do quanto já o ama.

Você também pode cantar músicas ou contar histórias. Além disso, é uma boa ideia compartilhar essa atividade com o pai. Dessa forma, o feto pode sentir a conexão emocional entre mamãe e papai.

Isso tratará resultados após o parto

Ao criar essa rotina de música e fala, o bebê vai criando um reflexo condicionado. Ou seja, ele liga a voz ou a música a momentos bons em sua vida. Dessa forma, após o nascimento, ao voltar a ouvir tais sons, lembrará dos momentos bons e se acalmará.

Isso também é especialmente útil durante o parto, que está entre os momentos mais traumáticos na vida de todo ser humano. Afinal de contas, ele está em um espaço protegido, quentinho e acolhedor, e de repente é tirado de lá.

Ao criar na sala de parto um ambiente mais acolhedor, com aquela música que o bebê associou a momentos bons, ouvindo a voz da mãe, tudo se torna menos traumático. É uma das melhores maneiras de garantir uma saúde emocional de alta qualidade durante a gestação.

Experimente em sua vida!

Se você é gestante, ou mesmo está se preparando para uma gestação, aplique essas técnicas ao longo da sua gravidez. Crie juntamente com seu parceiro (a) esses bons momentos que ficarão gravados na memória do bebê.

Quando não cuidamos da saúde emocional na gestação, isso pode ter consequências muito ruins para a vida desse ser humano, podendo gerar até quadros depressivos na fase adulta.

Ou seja, um casal com uma relação saudável, onde não há uma gestante em crise emocional, faz com que o bebê cresça e se desenvolva com muito mais saúde. Por isso, cuide do seu corpo, mas não deixe de lado a saúde emocional na gestação.

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